Dr. Mathias de Vilena
1947 à 1951

Nascido em 25 de dezembro de 1905 na fazenda da Chamusca, em Carmo da Cachoeira Dr. Mathias Moinhos de Vilhena era filho de Dr. Mathias Antônio Moinhos de Vilhena e Dona Maria Carolina Gouvêa de Vilhena. Casou-se em 1935 com Dona Iraydes Paiva de Vilhena com quem teve os seguintes filhos Mathias Paiva Moinhos de Vilhena, casado com Gladys Maria Tibúrcio de Vilhena; Mariana Paiva de Vilhena Azze, casada com o Dr. Regio Vinícius Azze; Maria Carolina Paiva de Vilhena Ferreira, casada com Dr. Abel Vilhena Ferreira, e Marieta Paiva de Vilhena Reis Teixeira, casada com o Dr. Evandro Paiva dos Reis Teixeira.

Entre outras escolas, estudou no colégio Cachoeirense, em Carmo da Cachoeira. Formou-se em medicina, no Rio de Janeiro, curso que fez com dificuldade, trabalhando para custear seus próprios estudos.

Homem de caráter íntegro, energético e firme era, porém de coração bondoso e o espírito humanitário, fazendo da medicina um verdadeiro sacerdócio, não medindo esforços para atender aos pobres e necessitados. Ainda hoje, muitas pessoas que o conheceram e foram por ele socorridas, o lembram com gratidão e reconhecimento. Pelos méritos serviços prestados à população varginhense, dedicando-se à solução de problemas administrativos e à assistência médica indiscriminada, o Dr. Mathias Moinhos de Vilhena deve ser lembrado com reconhecimento, respeito e admiração.

Foi uma das mais expressivas figuras da medicina de Varginha. Bondoso, alegre, dinâmico, caridoso, verdadeiro, amigo da pobreza, muito trabalhou para a construção da sede da Associação Médica. Pelo seu amor e dedicação à medicina foi chamado o "Médico dos Pobres".

No setor administrativo, foi um político dinâmico, realizando obras relevantes. Asfaltou toda a Avenida São José e calçou (paralelepípedo) a Vila Barcelona. Substituiu a rede hidráulica, colocando tubos de plástico para maior escoamento das águas. Preocupou-se com o abastecimento de água na cidade, ampliando a captação.

Dr. Mathias de Vilhena que foi em nossa Varginha o médico dos pobres, apesar de ostentar um pergaminho. Jamais se vestiu dessa vaidade estulta que pretensamente julgam ser expugnável barreira entre o douto e o vulgo, entre o sábio e o leigo. O nosso homenageado era a simplicidade por excelência. Não tinha a empáfia do orgulho nem a irrisória indumentária da vaidade.

Vestia sua alma boníssima de sinceridade e lealdade. Espírito alegre e sadio, jamais se deixou empolgar pelos seus feitos, arrancando da morte de rico e o pobre nessa perfeita compreensão de solidariedade humana. Como homem público, fez-se pelo seu coração, porque era amigo do povo. E as multidões varginhenses realizaram o sonho de vê-lo atesta do nosso Município. Foi um dos governos Municipais que mais se salientou no interesse à coisa pública, elevando o conceito de nosso progresso da nossa civilização. Trabalhava valentemente, porque seu escudo era a modéstia. Mas o que realizou foi a obra perene, já que ainda hoje o povo não a esquece.

Particularmente, amigo leal para todas as horas, tinha a educação impecável, plasmada no mais heráldico dos lares, distribuindo conselhos que edificavam as almas mais rebeldes. Seu nome era repetido com respeito e admiração por todos os recantos de nossa cidade, máxime nos bairros proletários, onde se fazia um espécie de semi-deus! Tinha a peculiaridade de ser uma espécie de bálsamo para os que sofriam física e moralmente. Dava-lhes a consulta e o remédio, a coragem e o incentivo de amar o próximo como a si mesmo.

Na política soube agir como os grandes Homens da História, não degradando nem espezinhando seus inimigos. Por isso, morreu como os justos, deixando lágrimas e saudade.

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